'Pode beber depois da vacina?' é a pergunta mais feita pelos brasileiros no Google desde o início da campanha de imunização - A Voz da Região

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segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

'Pode beber depois da vacina?' é a pergunta mais feita pelos brasileiros no Google desde o início da campanha de imunização






 Há um ano, no dia 17 de janeiro de 2021, o Brasil realizava a primeira aplicação da vacina contra Covid-19. Durante esse período, surgiram diversas dúvidas sobre a vacinação. A mais frequente foi: "pode beber depois da vacina?".


É o que aponta um levantamento do Google, obtido com exclusividade pelo g1, sobre as buscas mais realizadas desde o início da campanha de imunização no Brasil.


O interesse na questão foi tão grande que a frase foi 36% mais pesquisada que a segunda dúvida mais popular sobre o imunizante: “qual a melhor vacina?”.


Dúvidas mais frequentes

O Google classificou 100 frases mais pesquisadas em algumas categorias e identificou que 44 delas estavam relacionadas a aspectos práticos da vacinação, incluindo “onde tomar vacina?” ou “quando vou ser vacinado?”.


Em seguida, as pessoas queriam saber as regras para se vacinar, com questões como “o que é comorbidade?” e “quem teve covid pode tomar vacina?”.


A terceira categoria mais frequente inclui termos sobre o andamento da campanha no Brasil (“como está a vacinação no brasil”) e sobre as vacinas disponíveis (“quais são as vacinas do covid”).


O cadastro para receber o imunizante reuniu 11 das 100 perguntas mais pesquisadas e continha termos que pouco pareciam relacionados com a imunização, como “o que é logradouro” – termo usado para pedir o endereço dos cidadãos.


Por fim, a quinta categoria com mais dúvidas estava relacionada com as possíveis reações à vacina, com 9 perguntas dentre as 100 mais pesquisadas. As pessoas queriam saber “o que tomar para reação da vacina” e “dor no braço vacina pfizer o que fazer”.


Em 2021, as consultas por “comorbidade” cresceram 730% na comparação com 2020, enquanto as consultas por “puérperas” subiram 65%. Já as por “logradouro” cresceram 36% e as por “imunossuprimidos”, 33%.



(Fonte G1)

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