Por Redação A Voz da Região
Fonte: g1
A Polícia Civil revelou que o atentado contra o tenente da Rota Ronickson Pimentel dos Santos, baleado na cabeça no último sábado (27), em São Caetano do Sul, foi planejado durante quatro meses. As investigações também já identificaram um dos suspeitos de participar dos disparos.
Segundo a polícia, os criminosos monitoravam a rotina do policial desde fevereiro. Imagens do sistema de monitoramento mostram um carro branco, utilizado na logística da fuga, circulando por locais frequentados pelo tenente meses antes do ataque. O veículo foi localizado e apreendido na noite de terça-feira (1º), em um estacionamento no bairro de Guaianases, na Zona Leste de São Paulo, e encaminhado para perícia no Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).
As investigações apontam ainda que a motocicleta utilizada pelos atiradores havia sido roubada em março, na Cidade Dutra, e recebeu uma placa clonada de São João de Meriti (RJ) antes do crime.
Até o momento, dois suspeitos já foram presos por envolvimento no atentado.
O tenente Ronickson permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Estadual Mário Covas, em Santo André. De acordo com o boletim médico mais recente, ele apresentou evolução positiva, com redução da necessidade de medicamentos para manter a pressão arterial, boa resposta ao tratamento neurológico e ausência de febre.
A equipe médica iniciou a redução da sedação e programou uma nova tomografia para acompanhar a evolução do quadro clínico. Apesar da gravidade, o policial apresenta sinais de melhora e segue sob monitoramento intensivo.



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