Um novo exame laboratorial, divulgado nesta terça-feira (5), confirmou que o biguá morto na Associação Mata Ciliar, em Jundiaí, estava infectado com Influenza A. O animal, uma ave silvestre aquática resgatada no dia 25 de abril com graves sintomas neurológicos, havia testado positivo para gripe aviária em uma análise preliminar. Com o resultado atualizado, a prefeitura informou que a hipótese de gripe aviária foi oficialmente descartada, o que reduz significativamente o risco epidemiológico para os profissionais que manipularam a ave antes de seu óbito.
Apesar da mudança no diagnóstico, as autoridades de saúde de Jundiaí mantêm o estado de alerta e o monitoramento sanitário na região. O biguá, espécie comum em ecossistemas brasileiros, é um importante indicador da saúde ambiental, e a confirmação de um vírus respiratório em fauna silvestre reforça a necessidade de vigilância constante. A administração municipal ressaltou que a diferenciação entre os tipos de Influenza é fundamental para direcionar as políticas de controle e tranquilizar a população local sobre possíveis surtos em larga escala.
A recomendação oficial para os moradores permanece rigorosa: não se deve tocar ou remover aves que apresentem comportamento anormal ou que sejam encontradas mortas em áreas públicas ou privadas. Nesses casos, a orientação é acionar imediatamente os órgãos competentes e o Centro de Vigilância em Saúde para o recolhimento seguro do animal. A prevenção continua sendo a principal estratégia para evitar a transmissão de doenças zoonóticas entre animais silvestres e seres humanos, garantindo a segurança biológica da cidade.
Fonte: G1

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