Mulher é presa em flagrante após vandalizar laboratório e jogar urina contra funcionárias no litoral de SP


Uma idosa de 61 anos foi presa em flagrante na cidade de Itanhaém, no litoral do estado de São Paulo, após protagonizar um ataque de fúria e proferir ofensas de cunho racista dentro do Laboratório Municipal de Saúde. O caso ocorreu na segunda-feira, dia 18, em uma unidade de atendimento localizada na Rua Dom Pedro II, na região central do município. De acordo com as informações oficiais registradas no boletim de ocorrência e divulgadas nesta terça-feira, dia 19, a paciente iniciou uma discussão com a equipe de atendimento, evoluindo rapidamente para agressões verbais e atos de vandalismo.

Imagens capturadas pelas câmeras de monitoramento do circuito interno do laboratório registraram o momento exato em que a suspeita puxou o monitor de um dos computadores com violência e jogou o equipamento eletrônico contra a mesa de recepção, arremessando a CPU ao chão logo em seguida. Na sequência do desentendimento, a mulher utilizou um frasco contendo sua própria urina, que havia sido coletada para a realização de exames clínicos, e jogou o líquido biológico contra as atendentes, atingindo uma das funcionárias. Simultaneamente ao ataque físico, a agressora passou a desferir insultos e injúrias raciais direcionadas a outra profissional do estabelecimento.

Após os atos de violência, a mulher tentou fugir, mas foi interceptada na área externa por agentes da Guarda Civil Municipal. Devido ao elevado estado de agitação e agressividade, ela precisou ser algemada e foi conduzida ao 1º Distrito Policial de Itanhaém, trajeto no qual continuou a proferir termos racistas de forma desdenhosa ao se referir a uma das vítimas. Na delegacia, a suspeita alegou fazer uso de medicamentos controlados e receber acompanhamento no Centro de Atenção Psicossocial (Caps), além de relatar histórico de internação psiquiátrica. O caso foi formalmente registrado como dano, desacato e preconceito de raça ou cor, e as vítimas foram devidamente orientadas pelas autoridades sobre o prazo legal para a representação criminal contra a infratora.

Fonte: G1

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