A declaração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que "uma civilização inteira morrerá nesta noite" provocou uma onda de reações internacionais, incluindo a condenação de representantes do Irã, da ONU e figuras políticas norte-americanas. A fala, feita em meio ao aumento das tensões entre os EUA, Irã e Israel, coincide com a pressão de Trump para que Teerã reabra o Estreito de Ormuz, vital para o comércio de petróleo, que foi fechado em resposta a ataques dos EUA e Israel.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, expressou profunda preocupação com as ameaças de Trump, considerando-as potencialmente devastadoras para um povo inteiro. O representante iraniano na ONU, Amir-Saeid Iravani, classificou as declarações do presidente dos EUA como incitação a crimes de guerra, afirmando que o Irã não ficará passivo diante de qualquer ataque. Ele enfatizou que o país defenderá seu direito à autodefesa e tomará medidas apropriadas se necessário.
A fala de Trump também enfrentou críticas de aliados e opositores nos EUA. Senadores de ambos os partidos expressaram preocupações sobre uma possível escalada militar, com alguns alertando para os riscos de bombardear infraestrutura civil iraniana. A ex-vice-presidente Kamala Harris e o Papa Leão XIV também condenaram as ameaças, ressaltando a necessidade de respeitar o direito internacional e a moralidade nas relações internacionais, ao mesmo tempo em que clamaram pelo fim do conflito e pela proteção das vidas civis.
Fonte: G1

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