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O apoio dentro do parlamento, mesmo entre membros do governo, não garante a instalação de uma CPI, que entra na fila com outros 29 pedidos já protocolados na Câmara Municipal. A vereadora Amanda Paschoal, proponente da CPI do Carnaval, busca investigar possíveis irregularidades no planejamento e na gestão do Carnaval de Rua 2026 em São Paulo, citando um grave incidente durante o pré-carnaval que expôs falhas significativas na segurança e organização dos eventos.

Paschoal destaca que a CPI deve analisar contratos da SPTuris com a empresa MM Quarter, responsável por um contrato de R$ 9,4 milhões para guias de turismo durante o carnaval. A MM Quarter teve um sócio oculto, o secretário-adjunto de Turismo, que foi demitido recentemente, assim como o ex-presidente da SPTuris, em meio ao escândalo. A vereadora também mencionou preocupações sobre superfaturamento e a violência enfrentada por foliões e ambulantes durante os blocos.

O presidente em exercício da Câmara, João Jorge, afirmou que ainda não há data definida para a instalação da CPI, ressaltando a necessidade de avaliar os pedidos com cautela. Em resposta às acusações, a Prefeitura de São Paulo afirmou que iniciou uma investigação interna sobre a MM Quarter e que todos os contratos da empresa passarão por auditoria, destacando também seu compromisso com a promoção dos blocos de carnaval.

Fonte: G1

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