Possibilidade de prisão do presidente da Câmara de Campo Limpo Paulista expõe grave crise institucional


 A Câmara Municipal de Campo Limpo Paulista enfrenta um momento crítico, com a condução dos trabalhos legislativos pelo presidente Tônico sendo questionada judicialmente. Existe o temor de que suas ações possam ser enquadradas na Lei de Abuso de Autoridade, o que poderia resultar em prisão em flagrante, caso condutas específicas sejam consumadas.

Um processo político-administrativo está em andamento, visando o afastamento do prefeito Adeildo Nogueira, fundamentado em três alegações principais: a resposta a um requerimento feita por sua chefe de gabinete em vez do próprio prefeito, questionamentos sobre pagamentos ao Cismetro e uma acusação isolada de falta de fiscalização em um caso envolvendo uma marmita. Especialistas acreditam que esses pontos não configuram crimes, mas servem como base política para o afastamento.

Fontes do Executivo sugerem que o ataque ao prefeito é uma retaliação após ele se opor a um aumento orçamentário na Câmara Municipal. A crise se agravou com o afastamento irregular de dois vereadores da base governista, o que pode ser considerado abuso de autoridade, violando direitos políticos e a Constituição Federal. Essa situação pode levar a ações judiciais contra o presidente da Câmara, caso ele tente impedir o acesso e a participação dos vereadores nas sessões.

Fonte: Jornal + Bragança

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