A condução de situações recentes envolvendo o Hospital Municipal Nossa Senhora Aparecida na gestão Rogério Cavalin tem gerado forte repercussão e levantado questionamentos sobre a estrutura, os protocolos e a postura da direção da unidade.
Em episódios de fiscalização realizados por vereadores, a direção do hospital adotou medidas consideradas rígidas, acionando Polícia Militar, Guarda Civil Municipal e seguranças, o que resultou inclusive em restrições no atendimento em determinados momentos. A atitude foi vista por parte da população como um excesso diante do papel fiscalizador legítimo do Legislativo.
Em contraste com essa postura firme, outro caso revelou um cenário oposto e preocupante. Quando um paciente deixou a unidade hospitalar sem autorização, a família relatou ter ficado praticamente sozinha na busca por informações e apoio. Em vez de um esforço conjunto para auxiliar na localização do paciente, surgiram acusações e apontamentos de responsabilidade, agravando ainda mais o sofrimento dos familiares.
Infelizmente, o desfecho do caso foi trágico, com consequências jamais vistas em Itupeva, segundo relatos da própria comunidade. O episódio expôs falhas estruturais, ausência de protocolos eficazes para situações de evasão de pacientes e uma preocupante falta de acolhimento humano em um momento crítico.
Os fatos levantam um debate urgente sobre a necessidade de revisão de procedimentos, fortalecimento da estrutura do hospital e, principalmente, a adoção de uma postura mais humanizada, transparente e colaborativa, tanto com representantes públicos quanto com pacientes e seus familiares.
Da Redação – A Voz da Região


0 Comentários