Nayara Pires descreveu sua irmã, Monara Pires, de 31 anos, como uma "companheira" e "divertida". Monara, que estava em situação de rua, foi brutalmente espancada e teve seu corpo queimado por seu namorado. O corpo da vítima foi encontrado em 7 de julho, e o suspeito foi preso em 22 de agosto. Monara era mãe de dois filhos e, segundo Nayara, era uma protetora dedicada, sempre brincando com os filhos.
A irmã revelou que Monara começou a se envolver com drogas na adolescência, mas teve um relacionamento saudável no início que a afastou do vício. Apesar de ter tentado estudar Direito, a dependência química a impediu de seguir adiante. Após várias internações, Monara teve dificuldades em se manter longe das drogas e acabou vivendo em situação de vulnerabilidade. Nayara ressaltou que a família tentou ajudar, mas a situação de Monara se agravou.
O relacionamento de Monara com o suspeito durou cinco meses, durante os quais ela relatou ciúmes possessivos e apresentava machucados. A família percebeu as agressões, mas Monara não falava sobre elas. Após o crime, o delegado afirmou que o suspeito tinha um histórico de violência e que um dia antes do assassinato, a casa que o pai de Monara havia cedido a ela foi incendiada pelo mesmo homem. Nayara clama por justiça, exigindo que o suspeito seja severamente punido.
Fonte: G1
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