Bebê passa mal e morre depois de ter engolido lagarta, afirma mãe - A Voz da Região

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domingo, 28 de agosto de 2022

Bebê passa mal e morre depois de ter engolido lagarta, afirma mãe

Um bebê de sete meses morreu após passar mal por ter engolido uma lagarta em Guarapari, na Grande Vitória, segundo informações da mãe. A dona de casa Natalia Gotardo, de 23 anos, contou que no dia 11 de agosto o filho Enrico Gotardo Ferreira vomitou pela primeira vez e ela encontrou a lagarta.

"Quando fui limpar o vômito, eu vi um bichinho preto, que achei até que fosse um pedaço de carne. Na hora que peguei mais de mais perto, vi que era uma lagarta. Aí meu esposo colocou numa sacola e fomos para o Hospital Materno Infantil Francisco de Assis, o Hifa", disse a mãe.

A mãe contou que foi quatro vezes ao hospital para o filho ser atendido. Em nota, a unidade de saúde disse que a mãe foi ao local três vezes e o bebê passou por exames e procedimentos necessários ao caso.

A Polícia Civil investiga a morte como suspeita e aguarda resultados dos exames feitos no bebê. De acordo com a Secretaria de Saúde do Espírito Santo (Sesa), o animal não era peçonhento 

Médica recusou caso por sentir nojo, diz mãe

Segundo Natalia, ao chegar no Hospital Materno Infantil Francisco de Assis (Hifa) e passar pela triagem, a primeira médica que estava de plantão não quis pegar o caso por sentir nojo.

"Eu sentei em frente a um corredor, que tinha dois consultórios em frente. Aí a enfermeira da triagem passou o caso para uma médica, dizendo 'doutora, tem um caso em que o menino vomitou uma lagarta e está passando mal' e ela respondeu 'ai que nojo, não quero esse caso, não".

A mãe contou que a enfermeira passou o atendimento para um segundo médico, que examinou a criança.

Nesse primeiro atendimento, o hospital entrou em contato com o Centro de Informação e Assistência Toxicológica do Espírito Santo (CIATox). Enrico foi medicado com soro, remédio para controlar os vômitos e ficou em observação, de acordo com a mãe.

Na manhã do dia seguinte, 12 de agosto, o médico que atendeu disse que daria alta para Enrico, mas disse que o bebê tinha que fazer um raio-x antes. Natália disse que esperou cerca de três horas pela chegada do profissional responsável pela operação da máquina e só depois desse tempo o exame foi feito.

Ainda segundo a mãe, uma segunda médica do plantão examinou e liberou Enrico dizendo que ele não tinha nada.

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