Caso Lara: adolescente morreu com ao menos quatro golpes na cabeça, aponta legista - A Voz da Região

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quarta-feira, 30 de março de 2022

Caso Lara: adolescente morreu com ao menos quatro golpes na cabeça, aponta legista

Segundo matéria do portal G1 o laudo do Instituto Médico Legal (IML) apontou que Lara Maria Oliveira Nascimento morreu por traumatismo craniano causado por ao menos quatro golpes na cabeça. A adolescente, de 12 anos, foi achada morta no dia 19 de março, três dias após desaparecer em Campo Limpo Paulista (SP).

O legista citou no laudo a presença de sinais de crueldade, que a vítima sofreu golpes na cabeça e possivelmente foi usado um martelo ou uma picareta. O laudo confirma também que era cal a substância encontrada no corpo da adolescente.

Segundo a polícia, a perícia nas unhas da adolescente pode ajudar apontando vestígios de DNA do assassino. Os laudos, que estão sendo feitos em Jundiaí e na capital, serão fundamentais para o inquérito, que segue em segredo de Justiça.

Nesta terça-feira (29), funcionários do mercado em que a menina esteve antes de desaparecer prestaram depoimento à polícia. As equipes de investigação também percorreram bairros de Francisco Morato , cidade vizinha, e vai ouvir mais moradores.

A equipe também realizou, na segunda-feira (28), uma perícia no carro do suspeito do assassinato, segundo informações do advogado da família, Fábio Costa.

Três dias desaparecida

A adolescente Lara desapareceu no dia 16 deste mês, quando saiu de casa para comprar um refrigerante em uma mercearia a cerca de 600 metros de sua casa. O corpo de Lara foi encontrado com marcas de violência, no dia 19 de março.

Um suspeito aparece em imagens de câmera de segurança e dirigindo um carro prata próximo ao local onde a menina foi vista pela última vez. Na sexta passada (25), a polícia pediu a prisão temporária.

A polícia também ouviu, na segunda-feira (28), a tia e o primo da adolescente. Os depoimentos duraram cerca de 1h30 e foram passados para as equipes da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Jundiaí (SP).

Segundo apurado pela TV TEM, a tia e o primo da jovem responderam aos policiais perguntas cruciais para o andamento do caso. Eles informaram o local onde estavam na hora do crime, quando tinham visto a adolescente pela última vez e se conheciam o homem que aparece nas imagens que estão sendo investigadas pela polícia. Conforme apurado, eles afirmaram que não o conhecem.

O inquérito segue em segredo de Justiça e a polícia busca pelo suspeito, que está foragido. Na manhã desta segunda-feira, a Justiça decretou a prisão temporária por 30 dias do homem.

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