Asteroide passará perto da Terra na próxima semana - A Voz da Região

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terça-feira, 11 de janeiro de 2022

Asteroide passará perto da Terra na próxima semana

Um asteroide de aproximadamente um quilômetro de largura passará pela Terra no dia 18 de janeiro, próxima terça-feira.

Ele estará a cerca de 1.931 milhão de quilômetros de distância do nosso planeta, movendo-se a uma velocidade de 76.192 km/h, de acordo com o Centro de Estudos de Objetos Próximos à Terra da Nasa, que rastreia cometas e asteroides potencialmente perigosos que têm potencial de colisão.

O corpo que se aproxima é conhecido como 7482 (1994 PC1) e foi descoberto em 1994, segundo a Nasa.

Ninguém espera que o 7482 (1994 PC1) atinja a Terra, mas é o mais perto que um asteroide chegará nos próximos dois séculos, de acordo com as projeções da agência espacial.

Espera-se que o sobrevoo ocorra na terça-feira, 18 de janeiro, às 18h51 (horário de Brasília).

Não será o maior asteroide que já passou pela Terra. Essa honra pertence ao 3122 Florence (1981 ET3), que voou e não colidiu com nosso planeta em 1 de setembro de 2017.

Estima-se que esse asteroide tenha entre quatro e 8,4 quilômetros de largura e faça outra passagem por que em 2 de setembro, 2057.

Embora seja improvável que 7482 (1994 PC1) seja visível a olho nu, astrônomos amadores com um pequeno telescópio devem ser capazes de localizá-lo, de acordo com o site EarthSky.com.

Em setembro deste ano, uma espaçonave da Nasa colidirá intencionalmente com um asteroide para mudar seu movimento no espaço – testando tecnologia desenvolvida para desviar um asteroide.

Conhecida como a missão DART, ou Teste de Redirecionamento de Asteroides Duplos, a espaçonave está mirando em Dimorphos, uma pequena lua orbitando o asteroide próximo da Terra, Didymos.

São entendidos como objetos próximos da Terra, asteroides e cometas com órbitas que os colocam a 48 milhões de quilômetros do nosso planeta.

Detectar a ameaça de objetos próximos da Terra, que podem causar danos graves, é o foco principal da Nasa e de outras organizações espaciais em todo o mundo.

Com informações da Ashley Strickland, da CNN*

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